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  • The Legend of Zelda: Majora-s Mask 3D para 3DS The Legend of Zelda: Majora-s Mask 3D

    Nacional a partir de:

    R$161,11
  • The Legend of Zelda: Skyward Sword para Wii The Legend of Zelda: Skyward Sword
  • God of War para PS4 God of War

    Nacional a partir de:

    R$59,00
  • NieR Automata para PS4 NieR Automata

    Nacional a partir de:

    R$154,89
  • Spider-Man para PS4 Spider-Man

    Nacional a partir de:

    R$82,92
  • Attack on Titan 2 para Nintendo Switch Attack on Titan 2
  • Octopath Traveler para Nintendo Switch Octopath Traveler

    Nacional a partir de:

    R$282,00
  • Pokemon Lets Go Eevee para Nintendo Switch Pokemon Lets Go Eevee

    Nacional a partir de:

    R$242,24
  • Star Wars Battlefront II para PS4 Star Wars Battlefront II

    Nacional a partir de:

    R$52,50
  • Sekiro Shadows Die Twice para PS4 Sekiro Shadows Die Twice

    Nacional a partir de:

    R$197,90
  • LEGO Star Wars: The Skywalker Saga para Nintendo Switch LEGO Star Wars: The Skywalker Saga

    Nacional a partir de:

    R$218,49
  • Donkey Kong Country: Tropical Freeze para Nintendo Switch Donkey Kong Country: Tropical Freeze

    Nacional a partir de:

    R$280,24
  • Fire Emblem: Awakening para 3DS Fire Emblem: Awakening

    Nacional a partir de:

    R$161,11
Resumo:

Para gostar de A Link Between Worlds, basta ter interesse em Zelda ou em design old school. Sendo baseado no A Link to the Past do SNES, o game expande a premissa do original, mantendo o overworld mas alterando as dungeons para enfatizar novas e inovadoras mecânicas e tirar proveito do efeito 3D. Como se não bastasse, o modelo de saves e de progressão pelas dungeons contribuem para o aspecto portátil, e a duração é perfeita para que a história não se arraste e o jogador mantenha o interesse em diversos tipos de desafio. Em conclusão, esse é um dos melhores jogos originais do 3DS e pode ser aproveitado por jogadores de qualquer idade.

Resumo:

Para comemorar os 20 anos da franquia, a Game Freak apostou tanto na nostalgia quanto na inovação. A história é notavelmente mais trabalhada, buscando desenvolver mais personagens com maior profundidade, e verdadeiras cutscenes bem dirigidas foram implementadas com frequência. Já a jogabilidade em si, mesmo mantendo-se muito similar aos games anteriores, apresenta novas mecânicas em combate, melhorias na interface e uma curva de dificuldade mais satisfatória. Pokémon Sun/Moon, além de ser o melhor jogo da franquia no 3DS, é um dos melhores em todo o catálogo do console.

Resumo:

Sendo um remake da versão Sapphire do Game Boy Advance, essa versão aproveita da nostalgia para justificar a compra por jogadores veteranos da franquia. Mesmo assim, diversas melhorias são implementadas, tanto para tornar a série mais convidativa para iniciantes quanto para construir sobre as fundações das versões originais. O efeito 3D é bem implementado, mesmo que o mapa aberto seja o mais "retangular" do console portátil, e a variedade de pokémons permite a criatividade ao montar times, tornando Alpha Sapphire uma boa adição à coleção de qualquer jogador.

Resumo:

Skyward Sword seria um forte candidato a um port para o Switch. Embora apresente ideias inovadoras para a franquia, como a transformação de áreas abertas em dungeons em si, a infidelidade dos motion controls atrapalha constantemente o aproveitamento do jogo, já que é indispensável para o combate. Além disso, a repetição das áreas visitadas somada à duração longa da história podem fazer com que muitos jogadores percam rapidamente o interesse. O game ainda se faz valer, no entanto, pelas ideias que tentou aplicar e o design de algumas dungeons.

Resumo:

Arkham Knight continua a tentativa de expandir o design aplicado em City, dessa vez apresentando um novo aspecto de jogabilidade no uso do batmóvel. Embora essa decisão tenha sido motivo de controvérsia entre jogadores, acredito pessoalmente que foi bem implementado tanto ná história quanto no ritmo de jogo, e se fez necessário uma vez que o sistema de combate Arkham, devido a sua qualidade e fácil reprodutividade, foi aplicado em diversos jogos além da franquia e já não era novidade ou empolgante o suficiente para muitos jogadores.

Resumo:

Embora Pokémon X/Y tenha sido muito bem recebido na época de lançamento, sua dificuldade baixa (até para os padrões da série) e falta de conteúdo pós-fim fazem com que seja atualmente o jogo mais fraco da franquia no 3DS. Seu mundo aberto é bem representado pelo 3D, e muitos designs de pokémons novos são criativos, mas sua maior inovação é a nova mecânica de mega evoluções. Por isso, mesmo tendo sido rapidamente superado, ainda vale a atenção de jogadores, sejam treinadores de longa data ou não.

Resumo:

Um verdadeiro clássico com gráficos incríveis no 3DS. Embora a história se arraste um pouco no meio e alguns aspectos como o combate e a câmera deixem a desejar atualmente, isso só ocorreu pois Ocarina of Time serviu como base para diversas melhorias nos videogames atuais. Com o preço baixo dessa versão e uma curva de dificuldade suave, não há nenhum gamer com um 3DS que não se beneficiaria jogando esse game.

Resumo:

Arkham Asylum foi um jogo marcante para sua época por apresentar um novo e profundo sistema de combate, provar que jogos baseados em quadrinhos podem ser excepcionais, e construir uma história cativante do homem morcego. Sua única ressalva é o fato que seu design de mapa fechado pode não agradar tanto, quando comparado aos jogos subsequentes da franquia.

Resumo:

O primeiro jogo da série foi impressionante para a época em que lançou, devido à direção de arte em gráficos então impressionantes, jogabilidade de stealth em mundo aberto inovadora, e um sistema de combate simples e elegante. Entretanto, a repetitividade de missões e a navegação ultrapassada fizeram que o game não tenha envelhecido tão bem.

Resumo:

É difícil recomendar esse jogo quando comparado ao resto da franquia, uma vez que apresenta diversas mecânicas pouco aprofundadas e uma história que se desenrola a um passo demorado. Ainda apresenta missões criativas e melhora o combata no quesito de variedade, mas é superado em diversos aspectos tanto por antecessores quanto sucessores.

Resumo:

Embora apresente diversos níveis muito bem construídos, aplicando os melhores conceitos até então da franquia, Super Mario 3D Land pode deixar a desejar para certos jogadores devido a sua dificuldade baixa. No entanto, o preço baixo e o design em si compensam esse fato e alavancam o game para a lista dos melhores do sistema.

Resumo:

Embora tenha sido (com razão) duramente criticado na época de lançamento devido a inúmeros bugs, por baixo dos problemas técnicos temos um retorno ao design "clássico" da série Assassin's Creed, com um belo mapa aberto, missões variadas e criativas e um parkour mais fluido alavancado pela verticalidade do mapa.

Resumo:

Syndicate apresenta um dos melhores mundos abertos da franquia, além da implementação de várias mecânicas anteriores, como o controle de outros assassinos e o uso de carroças, mas peca na inovação no design das missões em si e na história, que a cada novo game da franquia parece mais estagnada.

Resumo:

Superior ao primeiro jogo em todos os sentidos, essa sequência pode ser considerada um dos melhores games da geração 360/PS3. Com missões diversificadas, um parkour mais responsivo e mapas de tamanho e densidade ideais, o único aspecto em que deixa a desejar atualmente são seus gráficos.

Resumo:

Continuando a tendência do jogo anterior da franquia, Brotherhood, Revelations inova o mínimo possível a fim de desenvolver uma nova história e reciclar as mecânicas de Assassin's Creed 2. Analisado sem essa lente, não deixa de ser um game imersivo, bem construído e de duração ideal.

Resumo:

O ponto forte de Black Flag é seu inovador combate naval, que de fato justifica a existência do game em relação ao resto da franquia. Contudo, diversos elementos característicos da série, como mapas verticais fluidos e missões de assassinato variadas, são consideravelmente piores.

Resumo:

Brotherhood é um jogo bem executado que falha somente por dever grande parte de seu design a Assassin's Creed 2. Felizmente, ainda apresenta melhorias, como o sistema de treinamento de assassinos e um único mapa aberto melhor desenvolvido.

Resumo:

Mesmo não apresentando a mesma qualidade do resto da franquia (sofrendo inclusive com vários bugs), Origins merece uma chance pela criatividade de suas boss fights e sua história principal.

Resumo:

Arkham City se aproveita de sua incrível base (Asylum) e expande-a ao desenvolver um fluido e denso mundo aberto com uma história envolvente, especialmente para fãs do personagem.